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Destaques

Fórum Setorial do Audiovisual Paraibano aponta precarização do cinema em edital da Funesc, que segue aberto até esta sexta (10)

O Fórum Setorial do Audiovisual Paraibano apresentou, na última quinta-feira (02), uma carta aberta enviada à Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc), propondo mudanças no edital n° 07/2020 (Meu Espaço – Compartilhando Cultura). O projeto da Funesc foi divulgado no dia (31) de março e oferece 105 vagas de propostas artísticas nas áreas de: contação de histórias, circo, teatro, dança, literatura, histórias em quadrinhos, música, culturas populares, artes visuais, poesia falada e cinema.

Após a fase de inscrição e seleção, o objetivo é transmitir, por meio das mídias sociais da Funesc, produtos culturais produzidos na Paraíba. Segundo a presidenta do órgão, Nézia Gomes, a fundação pretende movimentar a cena cultural e estimular o isolamento domiciliar, especificamente nesse período de pandemia causado pelo coronavírus (Covid-19). Outro objetivo é apoiar os artistas locais atingidos financeiramente pela pandemia.

Representantes do Cinema local

Assinada por mais de 40 representantes …

O medo da liderança

Assumir uma liderança causa receios. É mais confortável estar dividindo responsabilidades do que assumir um papel onde as suas ações são julgadas. Há pessoas que se dispõem a estar lá, mas nem sempre isso pressupõe que o que farão será por si ou pela equipe.
É normal a desconfiança, quem não assume um posto de liderança tem certa pressa em julgar aqueles que decidem liderar. Mas, ao dar-se poder, sim, é revelada a verdadeira face de um(a) líder. Afinal, essas experiências vem desde os trabalhos escolares, em nossa base educacional e de primeira socialização fora do seio familiar.

Quem não teve aquele colega que era simpático e conseguia tudo às custas dos outros? Aquela pessoa que fazia tudo, mas não se expressava e não recebia os méritos? Quem “vendia favores” para não fazer alguma atividade? Ou a famosa cola?

Esses comportamentos acabam reverberando, em escalas diferentes, nas relações construídas na universidade e no trabalho. Não é diferente, só que as regras ficam mais rígidas – agora é “na vera”.
Existem vários exemplos, imagens, frases que buscam consolidar o que é uma boa liderança e o que seria “chefiar” de forma autoritária uma equipe. Vale lembrar que cada instituição tem sua cultura organizacional – afinal, não dá para reunir um conselho de bombeiros anciãos para tomar uma decisão quanto a um incêndio, tampouco se colocam pessoas de curta determinação para planejar ações de longo prazo.

Reconhecer o estilo de liderança que uma organização pratica, parte da compreensão do papel de quem está com a responsabilidade de conduzir o processo e os demais que colaboram com a execução. Sim, os pesos são diferentes, mas as medidas também são segundo a mesma proporcionalidade.

Ninguém está pronto para assumir algo plenamente sem cometer erros, o importante é ter consciência das consequências que uma falha pode ocasionar e reconhecer os limites, para saber buscar quem tem mais experiência e como a equipe pode auxiliar.

É muito mesquinho da parte de alguns torcer pelo fracasso, desvalorizar e fechar canais para que alguma liderança não consiga desempenhar seu papel.

A forma mais simples de afastar o medo de liderar é tendo a certeza que, mesmo que tentem derrubar, suas intenções farão com que o trabalho realizado seja único em suas limitações e qualidades.

Quem se dispõe a abrir a trilha do presente é também quem dá o nome à avenida do futuro

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